Grupos de Discussão e Trabalho

Os Grupos de Discussão e Trabalho são encontros de discussão temática, de caráter deliberativo, voltados para a análise e construção de encaminhamentos e sugestões para o programa PET (aqui tratam-se de questões legais e institucionais, o MOB e a legislação). O resultado dessas discussões são encaminhadas para a Assembléia Geral do Sudeste PET. Os temas discutidos nesses espaços também são encaminhados para o evento anual do Enapet (Encontro Nacional dos Grupos PET).

O congressista poderá se inscrever somente em um grupo de GDT no sistema. Os GDTs vão ocorrer de 14h às 16h, do dia 30/03/2019, em salas a serem definidas no PAT (Pavilhão de Aulas Práticas), do campus Seropédica da UFRRJ. As inscrições nos GDTs serão realizadas no sistema de 25/02 a 22/03/2019, com limite de 50 pessoas por grupo.

Em breve, nessa página, as salas específicas em que vão ocorrer as atividades e a lista dos coordenadores de cada grupo.

Nesse ano, os eixos temáticos são:

  1. CENAPET: ESTATUTO

    Sinopse: Nós, PETianos e PETianas, somos a CENAPET. A Comissão Executiva Nacional do Programa de Educação Tutorial tem a finalidade de promover e incentivar a integração, articulação e consolidação das bases do Programa. O Cenapet possui, atualmente, três instâncias deliberativas: a) Assembleia Geral; b) Conselho; c) Diretoria. A Assembleia Geral é órgão soberano da CENAPET, composta por todos os integrantes do Programa. O Conselho, por sua vez, é composto por dois representantes, tutor e discente, de cada região, regulamentando as deliberações da Assembleia Geral e examinando atividades da Diretoria. A Diretoria é composta por dez membros, um tutor e um discente de cada região representando a Comunidade PETiana a nível regional e nacional. O XIX SUDESTEPET possui a competência de levantar encaminhamentos e discussões sobre possíveis modificações no Estatuto da CENAPET para serem deliberados no XXIV ENAPET em Natal. Assim sendo, é neste ano que garantimos a nossa participação ativa para o fortalecimento do Programa, contemplando direitos e deveres as instâncias deliberativas no Estatuto da CENAPET.

    Interessante participar: membros da Diretoria e Conselho da CENAPET, PETianas e PETianos de grupos PET que trabalham com legislações ou tenham interesse em conhecer e participar mais da CENAPET.

    Materiais para estudo e leitura: Estatuto da CENAPET


  2. AVALIAÇÃO E RELATÓRIOS DO PROGRAMA PET: CAMINHOS

    Sinopse: O reconhecimento qualitativo do Programa de Educação Tutorial está intrinsecamente ligado à sua Avaliação. A definição de parâmetros globais e sistemáticos mostram-se cada vez mais necessários para que o Programa seja visto como o formador de profissionais e cidadãos que é. É importante também discutir o modo como os relatórios são elaborados, uma vez que a nova plataforma de avaliação a ser implementada solicita um relatório de atividades desenvolvidas. Assim, caberá aos participantes deste GDT propor e pensar em melhorias para o instrumento de avaliação já estruturado e estratégias de comunicação com o Ministério da Educação (MEC).

    Interessante participar:PETianas e PETianos de grupos PET que trabalham com a área da Educação e temáticas relacionadas à gestão e sistema de avaliação, ou que tenham interesse na temática.

    Materiais para estudo e leitura: Instrumento de avaliação e regulamentação da comissão de avaliação.


  3. INTERPET/FÓRUM PET E RELACIONAMENTO COM A IES

    Sinopse: Qual a importância de encontros entre os PETs da mesma instituição? Como trabalhar a diversidade dos grupos de uma IES? Como trabalhar coletivamente? Desse modo, esse GDT visa propor parâmetros mínimos de atuação do InterPET, como: estabelecimento de Estatuto/Regimento, desenvolvimento de seminários e fóruns, calendário de reuniões e a facilitação de ações de integração por meio do Intercâmbio PETiano.

    Interessante participar:PETianas e PETianos representantes de InterPET e/ou de Comissões Executivas dentro da IES ou que tenham interesse na temática.

    Materiais para estudo e leitura: Sem material didático específico.


  4. CLAA: DINÂMICA E FUNCIONAMENTO

    Sinopse: A necessidade de construir um Comitê Local de Avaliação e Acompanhamento (CLAA) representativo e ativo dentro da IES é de extrema importância. O CLAA, idealizado para ser constituído por membros tanto da gestão da IES quanto do próprio Programa, ganha visibilidade e alcance maior se representar totalmente os interessados: tutores, discentes, pró-reitorias (ou Decanatos) de Graduação, Extensão, Ensino e até mesmo Pós-Graduação. Em atuação, é preciso transformar o acompanhamento e a avaliação dos grupos em atividades não somente obrigatórias, mas aconselhadoras e integradoras, possibilitando assim mudanças necessárias dentro das IES e do próprio Programa. Manter o contato com os grupos é fundamental e tem que ser feito sistemática e recorrentemente. Não só pelo planejamento e avaliação que acontecem anualmente, mas também com visitas e reuniões abertas, aumentando a proximidade com os grupos, e sempre em comunicação com o Manual de Orientações Básicas (MOB). Por fim, é função do CLAA apoiar tutores e discentes do grupo PET em suas atividades, bem como apoiá-los e incentivá-los a trabalharem como o PET IES, unificando e trazendo visibilidade para o PET dentro e fora da IES.

    Interessante participar:PETianas e PETianos membros/representantes de CLAA e demais PETianos que se interessem em ser mais ativos perante as discussões referentes ao CLAA.

    Materiais para estudo e leitura: Manual de Orientações Básicas (MOB).


  5. USO DA VERBA DE CUSTEIO

    Sinopse: A lei 11.180/2005, a qual institui o Programa de Educação Tutorial, bem como a Portaria n. 976/2013, indica que haverá repasse dos recursos referentes ao valor de custeio das atividades dos respectivos grupos, o qual será feito diretamente ao tutor pelo FNDE. Nesse sentido, busca-se, por meio do GDT não apenas discutir a base de financiamento, mas, principalmente, discutir sobre as diretrizes de gasto, conforme normativas existentes, dialogando com as ferramentas utilizadas pela comunidade PETiana, contemplando perguntas e respostas mais comuns, de forma a orientar toda a comunidade para que exerça as atividades de seus grupos.

    Interessante participar:Novos PETianos discentes e docentes e grupos que atuam na área de administração de recursos do programa.

    Materiais para estudo e leitura:
    1. Lei 11.180/2005
    2. Manual de Orientações sobre o custeio PET
    3. Resolução n. 36/2013
    4. Tutoriais da CENAPET


  6. DIVERSIDADE E HORIZONTALIDADE NO PET

    Sinopse: A Diversidade é uma realidade de qualquer sociedade, inclusive da comunidade PETiana, que conta com milhares de pessoas das mais diferentes regiões, crenças, orientações sexuais, etnias, classes, entre outros. Nesse sentido, a luta pelo respeito e pela inclusão da Diversidade se torna essencial para que o Programa fomente não apenas uma aprendizagem acadêmica, mas também vivencial. Diante disso, é necessário discursos e atuações horizontais dentro dos grupos uma vez que a horizontalidade é desafio cotidiano para discentes e docentes. Como garantir um ambiente de igualdade entre os discentes e docentes onde todos procuram pensar e agir criticamente? Como é praticada a horizontalidade dentro do seu grupo PET? Quais as possibilidades e os desafios nesta prática? Discussões pautadas nessas perguntas podem direcionar a construção de métodos para preservar a prática da horizontalidade.

    Interessante participar:PETianos que trabalham com a temática diversidade em qualquer área.

    Materiais para estudo e leitura: Manual de Orientações Básicas (MOB).


  7. TRÍADE E INDISSOCIABILIDADE

    Sinopse: A tríade Ensino, Pesquisa e Extensão é um marco identitário do Programa de Educação Tutorial. Desde uma perspectiva interdisciplinar, por meio da atuação coletiva e de uma interação equilibrada do tripé na graduação, a realização de um diversificado programa de atividades acadêmicas e socioculturais é estimulada. Com o objetivo de seguir esse preceito de forma crescentemente mais contundente é preciso que um equilíbrio sadio seja alcançado na promoção dos pilares. Assim, devem-se discutir meios de se articular a tríade sem que um de seus componentes reduza a presença de suas contrapartes constitutivas.

    Interessante participar:Todos os PETianos docentes e discentes.

    Materiais para estudo e leitura: Portaria n. 976/2010 (art. 2º, caput) e Manual de Orientações Básicas (MOB) - Item 1.1.


  8. CONTRIBUIÇÃO DO PET NA FORMAÇÃO E EVASÃO DOS ALUNOS DE GRADUAÇÃO

    Sinopse:Garantir uma boa e ampla formação acadêmica para os estudantes de graduação se enquadra perfeitamente nas filosofias do Programa. Uma vez que garantindo isto para os estudantes, contribuímos para o crescimento do PET e a melhoria da Educação Superior no país. Por meio de discussões e trabalho em conjunto, buscaremos, neste GDT, adotar, remodelar e criar ações para elevar a qualidade da formação acadêmica. Buscaremos também, atividades que visem à redução da evasão, propondo, além disso, políticas de permanência e atividades voltadas aos ingressantes na IES. Ademais, possivelmente seja um momento e um espaço ideal para discutir a evasão de membros dos grupos PET, incluindo aqueles por motivos de desempenho acadêmico em seus respectivos cursos.

    Interessante participar:PETianas e PETianos que discutem e trabalham com projetos para diminuir a evasão, além de atividades que estimulem a formação para além do ambiente de sala de aula.

    Materiais para estudo e leitura: Portaria n. 976/2010 (art. 2º, caput).


  9. INTERDISCIPLINARIDADE NOS GRUPOS PET

    Sinopse:No nosso cotidiano e na nossa vida em geral, sempre vamos nos deparar com situações interdisciplinares. Contudo, a prática da interdisciplinaridade nem sempre é uma tarefa fácil. O PET contemplou, a partir de 2010, os chamados “Conexão de Saberes”, internalizados no Programa como “grupos interdisciplinares”. Quais são as práticas que cada grupo desses adota para aliar os diferentes cursos dentro de um grupo? Quais são as bases da prática interdisciplinar? Como cada grupo PET trabalha a interdisciplinaridade em suas extensões e com a comunidade? Quais são seus desafios e possibilidades? É importante discutir isto para chegar a resultados e entender como os grupos interdisciplinares funcionam na teoria e como funcionam na prática.

    Interessante participar:PETianas e PETianos de grupos PET interdisciplinares.

    Materiais para estudo e leitura: Portaria n. 976/2010 (art. 3º, §4º) e Manual de Orientações Básicas (MOB) – 2005 item 1.3 .


  10. DIVULGAÇÃO E VISIVILIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DOS GRUPOS PET

    Sinopse:O Programa de Educação Tutorial é conhecido internamente pela diversidade de sua atuação. O reconhecimento do Programa depende diretamente do seu conhecimento. Para tal, é preciso buscar e aprofundar formas de informar e divulgar à comunidade (petiana e externa) as atividades realizadas e uma dessas formas se dá pela informatização. Trabalhar na criação de páginas e sites, estruturar revistas InterPET, eletrônicas ou não, criar conteúdos de importância aos grupos PET (cadastro SIGPET, estrutura do PET), estabelecer uma rede de conexão com os demais grupos, atualizar o site da CENAPET e viabilizar a troca de saberes em todo o Brasil são objetos que podem ser pensados pelos participantes desse GDT.

    Interessante participar:PETianas e PETianos que realizam atividades em mídias e redes sociais, criação ou manutenção de sites, ferramentas interativas e de maior comunicação, ou que tenham interesse na área.

    Materiais para estudo e leitura: sem material didático específico.